

Insônia
Bocejo… Ora, o relógio biológico demorou a despertar… Toca um sino dentro de mim… Os olhos cansados agora querem se fechar. Talvez sonhe com as estâncias de Minas Gerais, as mesmas de “O canto do inseto”, proseadas por Seishin. De pés descalços ou sandálias de couro, deixamos pegadas que a eteriedade trata de apagar… O que fica é apenas um sopro…
alvorada estival — enfim é hora de dormir cidade acorda!
Maurício de Oliveira
Enviado por Maurício de Oliveira em 17/03/2026
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